Cátia Tuna

Investigadora do CEHR. Estudante Doutoramento
Mestrado Integrado em Teologia

Os anos em que estudei nesta faculdade constituíram um tempo muito feliz da minha vida. Fiz amigos que ainda hoje mantenho; sou até a madrinha de batismo da filha de uma antiga colega de curso. Lembro-me de se referir nessa altura que os alunos da Faculdade tinham pouco menos de 30 nacionalidades diferentes. Foi, de facto, construtivo contactar com pessoas de culturas tão diversas e de, igualmente, tão diversas pertenças e sensibilidades eclesiais. Vendo à distância, reconheço hoje a utilidade da amplitude disciplinar que caracteriza o currículo do curso, que engloba a Filosofia, a História, a Sociologia, a Psicologia e ainda o estudo de línguas. A Teologia proporciona uma densidade interpretativa que não é apenas uma capacidade de problematizar. Recordo-me de aulas que constituíram insights definidores de um «antes» e de um «depois» na minha forma de ver o mundo e a verdade em que decidi acreditar. Sou, por isso, deveras grata aos meus antigos professores, devendo-lhes muito do pouco que sei. Também aos meus colegas que permitiram que a Teologia não fosse um exercício preponderantemente solitário, como provavelmente o foi, quase sempre, ao longo dos séculos.

Miguel Cabedo e Vasconcelos

Capelão
Universidade Católica Portuguesa
Mestrado Integrado em Teologia

Cheguei ao MIT em 2011, um ano depois de ter entrado no Seminário do Patriarcado de Lisboa. Tinha estudado engenharia e, quando comecei a dar os primeiros passos na Filosofia, nas línguas antigas e na Teologia, senti-me a descobrir um mundo novo, um mundo onde o pensamento não se destinava apenas àquilo que a exatidão das matemáticas poderia ajudar a conhecer, mas tinha em conta tudo aquilo de que podemos falar, em certo sentido, tinha em conta a realidade toda: o mundo, o homem e Deus. Os cinco anos que se seguiram consolidaram esta experiência, e ajudaram-me a compreender melhor o lugar onde vivo, a cidade em que nos movemos, a saber quem eu sou, e a começar a saber falar sobre Deus, que é, no fundo, o primeiro significado – e talvez o mais completo – da Teologia.

Hoje, como capelão em Lisboa da nossa Universidade, uma coisa é evidente: a formação que recebi na Faculdade de Teologia tem sido uma ferramenta indispensável para viver este serviço com vontade de deixar que, por trás de um aprendiz de teólogo como eu, fale e atue acima de tudo a experiência sábia de uma linhagem crente. Com efeito, livre de perspetivas parciais, o MIT pôs-me a par da história do pensamento, deu-me acesso aos tratados clássicos da Teologia e à história da Igreja e, porventura o mais importante, fez-me querer aprender.

Sérgio Pinto

Professor Universitário e Investigador
Mestrado Integrado em Teologia

A Faculdade de Teologia foi o espaço onde aprendi a necessária abertura à inquietação. Onde fui desafiado ao rigor da pergunta. Onde encontrei o estímulo ao caminho da descoberta. Um tempo povoado pela grandeza humana e intelectual dos que nele me guiaram e dos que me acompanharam nesse percurso.

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